Podemos considerar a noite de São Paulo já consolidada. Os motivos são a resistência de alguns clubes há cerca de 10 anos, caso de A Loca e Lov.e, e também pela diversidade de opções para se jogar. Para gays, então, parece que é o que predomina na cidade.
Você pode começar a noite em barzinhos novos ou já conceituados, como Bar da Dida, Bocage, Gourmet, Queen’s, ou então em restaurantes e bistrôs, como Ritz, L’Open, Spot, depois fazer um esquenta em algum boteco perto da balada, como Vitrine, Ibotirama, Flyer, bar da Loca, ou mesmo na praça Roosevelt, e se preparar pra buatchy.
Ai se a dúvida surgir, procure saber onde você pode terminar a noite. Pergunte pra alguém que more na cidade, e que seja da jogação, e saiba exatamente o que rola, que tipo de gente freqüenta e que som toca em determinada casa. No caso de dúvida, dê uma olha no site da balada, já que a maioria deles dispõe uma galeria de fotos, o que pode ser decisivo para sua escolha.
Se mesmo assim você não conseguir selecionar onde esbagaçar seu tênis novo, dê um close na porta da balada e preste atenção nas pessoas que você virá lá dentro. Caso a dúvida não tenha passado, volte pro boteco ou pro barzinho e espere o after hours começar.
Hell’s Club, Paradise, Insomnia, Saturday Morning são algumas opções para ouvir excelente música eletrônica durante as manhãs de sábado e domingo da cidade. Neste final de ano, há também as baladas de Natal e Ano Novo. Glória, Vegas, A Loca, The Week, D-Edge abrirão suas portas para oferecer abrigo aos abandonados na ceia natalina e no Reveillon. Então, se joga pintosa, e nos vemos na pista!
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